Camões em Macau

São reflexões sobre a cultura, pensadas para o século que decorre, vindas do meio académico, filosóficas e também pedagógicas. Densas, talvez, porque pensadas, para que a pausa dê tempo à reflexão. 

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Esgotado

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Ficha Técnica

Colecção

Ilustrações Capa e Contra Capa

XXXXXXX XXXXXX

Coordenação Gráfica

XXXXX XXXXXXX

Edição

XXXXXXX 2013

Páginas

444

ISBN

Depósito Legal

XXXXX/XX

Sobre o Autor

Eduardo Ribeiro

Eduardo Ribeiro

Eduardo Alberto Correia Ribeiro nasceu em Angola (Moçâmedes, actual Namibe).

Depois de licenciado em Direito, em 1972, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, exerceu em Angola a magistratura do Ministério Público e a magistratura judicial, de 1973 a 1978. Também foi advogado entre 1979 e 1982 em Luanda e desempenhou o cargo de director do Gabinete Jurídico do Ministério dos Petróleos de Angola. Prosseguiu o exercício da advocacia no Porto de 1982 a 1985, ano em que partiu para Macau.

Entre 1985 e 1998, ainda na vigência da administração portuguesa, exerceu sucessivamente os seguintes cargos neste território: director da Inspecção dos Contratos de Jogos, director dos Serviços Prisionais e de Reinserção Social, coordenador do Gabinete de Prevenção e Tratamento da Toxicodependência, administrador da Imprensa Oficial e juíz substituto de vários tribunais. Após a transferência do exercício da soberania em Macau, foi, em Portugal, director de serviços de acordos, contratos e convenções na Direcção-Geral de Saúde em 1999 – 2000. Em Novembro de 2000, de novo em Macau, iniciou as funções de assessor do gabinete do presidente do Tribunal de Última Instância da RAEM.
Todos estes cargos de responsabilidade, exercidos de forma reconhecidamente positiva, atestam inequivocamente, a sua competência e capacidade como jurista e gestor público. E a prova do seu mérito está também na feliz circunstância de desempenhar elevadas funções durante e após a administração portuguesa.

Pretendendo ser uma resposta ao ‘’Mito Historiográfico’’ do Prof. Rui Manuel Loureiro, que havia sido publicada num dos números da Revista de Cultura Internacional de 2003, acabou por vir a ser um esmagador monumento comprovativo da historicidade do estanciamento de Camões em Macau, com a revelação de dados inéditos que desde sempre desafiavam os especialistas: se o naufrágio foi no Sião, como regressava o Poeta da China? Era a China do tempo de Camões mesmo Macau, sabendo-se a volatilidade permanente do estabelecimento luso na costa da China Meridional? Em que anos esteve em Macau? Com quem foi o nosso vate para Macau? Se esteve em Macau, o que por lá escreveu? Que amores ilícitos o atiraram para os confins do Império?

Tudo isso e muito mais é respondido pelo Autor, com propostas sugestivas e convincentes, bem escritas e bem argumentadas, que desafiam a cronologia tradicional da biografia camoniana do nosso Poeta, apoiado em testemunhos documentais que não têm sido notados.

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