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Efémera Liberdade

Uma narrativa tocante, um devastador grito de dor para todas as mulheres.

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Ficha Técnica

Colecção

Tradução

Amilca Ismael, João Manuel Peres de Seixas

Revisão literária da tradução

Adriana Barreiros

Capa

Labirinto de Letras Editores ( Foto Simona Donelli )

Coordenação Gráfica

Ricardo Campos

Edição

Outubro 2014

Páginas

80

ISBN

Depósito Legal

381457/14

Sobre o Autor

Amilca Ismael

Amilca Ismael

Amilca Ismael nasceu em Lourenço Marques, actual Maputo, Moçambique a 25 de Junho de 1963. Vive em Itália desde 1986. Em 2008 estreia-se na Literatura com o romance A Casa de Recordações. Em Dezembro de 2010 prossegue na ficção com A história de Nadia. Participou em diversas feiras internacionais de livros. É vencedora de vários prémios literários nacionais e internacionais, como o prémio internacional Mulher Somente Mulher, dedicado ao Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, o prémio literário MusOlona (Solbiate Olona, Varese, Itália), o prémio literário Europa (Lugano, Suíça), o prémio internacional Juntos no Mundo e o prémio especial para os Direitos Humanos (Nápoles, Itália). Foi galardoada com o grande reconhecimento e mérito pelo júri do prémio literário Internacional de Poesia e Ficção A Integração Cultural através da Literatura (Equador) e com o Diploma de Mérito relativo ao Prémio Literário Nacional “Lago Gerundo” (Milão, Itália).

Uma rapariga surge abandonada frente a um pronto-socorro em Turim, em condições gravíssimas. Quem é? Como se chama? De onde vem? É negra, bela, tem uns olhos verdes insólitos, muito jovem. Quanto a mais, nada se sabe dela, para os médicos, por agora, é apenas um corpo que luta entre a vida e a morte. E é percorrendo o caminho entre a vida e a morte que a rapariga, num alucinado monólogo interior, tenta recordar-se da sua história. No espaço e no tempo onírico do coma em que caiu, reconstrói a viagem que, há dez anos atrás, a trouxe de uma pobre aldeia em África com a promessa de instrução e de condições mais dignas de vida. Em Itália, pelo contrário, apenas encontra o horror da pedofilia e da prostituição, é abusada, humilhada e manipulada por um circuito de poderosos e de tudo despojada, anónima e corrupta. 

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