O Príncipe Perfeito

Amostra

João II foi o quarto rei da dinastia de Avis. O povo apelidou-o de Príncipe Perfeito, e Isabel, a Católica, rainha de Castela, sua émula na centralização do poder real e adversária nas Descobertas, admirativamente cognominou-o de El Hombre. Arrancou Portugal das trevas medievais e lançou-o nos pródromos do Renascimento, criando os alicerces do caminho marítimo para a Índia, quando Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, primeiro cabouco do Império Português e da globalização. Amou e sofreu como homem: a perda do filho sucessor ao trono, os conflitos com a sua mulher e rainha, D. Leonor, o lento padecimento de uma doença estranha e inexplicável. Reinou com férrea determinação em prol da justiça e do engrandecimento de Portugal.

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Ficha Técnica

Colecção

Ilustração Capa

Hugo Bernardo – Aguarela sobre papel

Paginação e composição da capa

Ricardo Campos

Edição

Junho 2016

Páginas

286

ISBN

Depósito Legal

411734/16

Formato

15,5 x 24 cm

Sobre o Autor

José Marques Vidal

José Marques Vidal

José Marques Vidal nasceu em 14 de Outubro de 1930 na aldeia de Pedaçães, do concelho de Águeda. Após uma longa carreira no Ministério Público e na judicatura, jubilou-se como juiz-conselheiro do Supremo Tribunal Administrativo, em Fevereiro de 1996. De então para cá dedicou-se à escrita, “para aprazimento próprio e para prestar prova de vida” – como costuma ironizar. Entre as obras literárias publicadas, de pendor jurídico umas, de teor memorialista, histórico e de crítica social outras, destacam-se: “Estórias bem caçadas”, edição de autor de 2000 e edição da Oficina do Livro de 2003; “Real República Prá-Kys-Tão – Memórias de Coimbra”, edição Hugin, de 2002; “Casos do Tribunal – Homens e Magistrados”, edição da Editora Quetzal, de 2003; “Justiça em Crise?”, da Editora Quetzal, de 2004; “Da Rosa com Amor”, da editora A Palavra, de 2006; “O Amor em Armas”, da Editora Oficina do Livro, de 2009; “A Paixão de Araci”, da Editora Oficina do Livro, de 2011.

Com a crónica “Vida e Feitos de El-Rei Dom João II”, de Garcia de Resende, como pano de fundo, o autor polvilha com um toque de romance a descrição do reinado do monarca que arrancou Portugal das trevas medievais com a supressão dos privilégios senhoriais da nobreza e da igreja, centralizando o poder no rei, abriu o caminho marítimo para a Índia com a junção dos mares Atlântico e Índico, mediante a ultrapassagem do Cabo da Boa Esperança por Bartolomeu Dias. O autor detém-se na intrincada rede de ciladas e ardis perpetrados pelas Casas de Bragança e de Viseu contra a acção centralizadora de D. João II, bem como acompanha o monarca na complexa procura de explicação para a doença que o estava a vitimar.
Dos seus feitos como rei, da sua pertinácia no engrandecimento de Portugal, dos seus amores e desamores como homem nos fala este livro.

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